CELULITE, DESCUBRA O SEU TIPO E ACERTE NO TRATAMENTO
Ela raramente dói, não deixa ninguém de cama, não evolui para um quadro grave... Mesmo assim, faz muita mulher sofrer – e como! Sim, estamos falando da celulite. O impacto dos furinhos na nossa auto-estima e qualidade de vida é tanto que cerca de 400 médicos se reuniram no fim de maio no Rio de Janeiro para participar do II Simpósio Internacional de Celulite. Em dois dias, eles discutiram estudos científicos e questionaram o que realmente funciona para acabar ou, pelo menos, melhorar o problema. “É importante que as pacientes saibam que não existem métodos milagrosos. Como a celulite tem várias causas, tratá-la exige uma abordagem multidisciplinar”, avisa a dermatologista Dóris Hexsel, do Centro Brasileiro de Estudos em Dermatologia, em Porto Alegre, organizador do evento. Isso significa que, além de adotar um programa de alimentação equilibrada e, de preferência, ter uma rotina regular de atividade física, os médicos acreditam que a melhor saída dentro dos consultórios e das clínicas é combinar dois ou mais tratamentos estéticos. Saber se há flacidez, focos de gordura localizada e retenção líquida, além de verificar o aspecto da pele e quantificar o número de depressões, ajuda o dermatologista a indicar o melhor tratamento para cada mulher.
CELULITE X AUTO-ESTIMA
O CELLUQOL, um questionário criado pela dermatologista gaúcha Magda Weber, mostrou o quanto essa danada tira a gente do sério. Você não está sozinha nessa!
90% das mulheres entrevistadas evitam usar calça branca
73% sabem que são elas mesmas que chamam a atenção para a sua própria celulite
67% dizem que ter celulite atrapalha a sua vida
56% não tiram a canga ou o short na praia ou na piscina
36% dizem sentir vergonha de que o marido perceba a celulite
23% contam que a celulite causa muito constrangimento na vida sexual
14% ficam inconformadas de ter celulite, apesar de comerem direito
Fonte: Revista Boa Forma, por Débora Lublinski