Uma pesquisa recente da Nivea revelou que o ato de barbear-se pelo menos uma vez por semana faz parte da rotina de 93% dos brasileiros.
Mais da metade, no entanto, afirma já ter sofrido algum problema de pele que atrapalha o barbear.
Os mais frequentes, como acne, foliculite, pelo encravado, rosácea e alergia a produtos químicos, podem tornar a prática bastante incômoda. "Quando o quadro se agrava, o ideal é deixar a barba crescer até que o tratamento surta efeito", diz o dermatologista Paulo Ricardo Criado, do Hospital das Clínicas, de São Paulo. Nem sempre isso é possível. Em algumas empresas e carreiras específicas, como a militar, o rosto lisinho é uma exigência.
CORTANDO O MAL PELA RAIZ
É possível trocar o ritual diário de fazer a barba por algumas sessões de depilação a laser. "A presença masculina nos consultórios para este fim saltou de 5% para 30% nos últimos cinco anos", diz Claudio Roncatti, diretor da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia. Entre os métodos disponíveis, o laser de diodo é o mais indicado pelos especialistas
Como funciona: atraída pela melanina – substância responsável pela pigmentação –, a luz do laser destrói a raiz do pelo.
Quando não funciona: em pelos muito claros, onde há pouca melanina, e em peles negras. Como a luz não difere a melanina da pele da do pelo, o laser pode causar queimaduras e deixar cicatrizes.
Eficácia: embora cerca de 80% dos pelos velhos deixem de crescer, novos fios costumam aparecer quando há alterações hormonais.
Fonte: Reportagem revista Veja.
* A descrição do texto acima é um resumo da matéria original.